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domingo, 4 de maio de 2014

"TABELA DA PÁGINA 36 DA APOSTILA"

Informações
Texto 1
Texto 2
Texto 3

Informações sobre os
Textos lidos pelo
Grupo: Titulo autor,
Fonte (retirado do livro “tal”, da internet, do jornal etc.,)
A OBESIDADE
FONTE: www.adolecenciaesaude.com

A obesidade na infância
Fonte:www.brasil escola.com

A obesidade na adolescência
Fonte: www.obesidade.org

Tema e subtemas (o que dizem, qual opinião do autor sobre o tema).


Dizem sobre o que é a obesidade e explica também como podemos lidar com a obesidade, citando exemplos do cotidiano.
O texto fala sobre a obesidade na infância e o texto cita que atitude os pais podem tomar para favorecer os bons hábitos de uma criança para uma vida saudável.
O texto cita vários problemas que o adolescente passa por ser obeso e cita as consequências que o jovem poderá sofrer.
Quais aspectos do texto lido ajudam o grupo a elaborar suas opiniões sobre o tema?

Que a obesidade é comum nos dias de hoje, E que as pessoas obesas sofrem vários problema com a obesidade.
As crianças se baseiam nos seus pais e muitas vezes, não praticam exercícios físicos e a alimentação delas não são saudáveis. Os pais deveriam orientar seus filhos.
O mais comum é ver jovens obesos. E as consequências que podem afetar sua vida em vários aspectos. Como os jovens comerem mais fast- food, e não praticarem exercícios físicos diariamente.
Os textos lidos apresentam um único ponto de vista sobre o tema ou pontos de vista diversos e, por vezes, divergentes?

O texto apresenta um ponto de vista só, pois, apenas relata o que fazer para lidar com a obesidade.
Apresentam um único ponto de vista, porém, com vários aspectos sobre o mesmo tema.

Apresenta um único ponto de vista, citando vários problemas que causam a obesidade.

"A OBESIDADE NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA"

A obesidade na infância e na Adolescência

 A obesidade é caracterizada com um aumento de peso e excesso de gordura corporal, um fator muito critico e preocupante principalmente em adolescentes que traz riscos gravíssimos para a saúde, onde as principais mudanças esta na dinâmica da família no abastecimento de alimentos e no tempo de praticar atividades físicas.

Para lidar com a obesidade, em primeiro lugar os pais devem respeitar as limitações dos filhos no que diz respeito ao controle de ingestão de alimentos. A obesidade não começa da noite para o dia e manter o peso não é tarefa fácil, principalmente para aqueles que têm propensão em engordar. Evitar repreender o adolescente em publico ou nas horas das refeições. O apoio emocional dos pais é a única via para mudar os hábitos que os levaram a obesidade.
Fonte: www.adolescenciaesaude.com


A obesidade na infância

A obesidade infantil tem crescido muito no Brasil nas últimas duas décadas. Essa pode estar relacionada a fatores hereditários, mas também a maus hábitos alimentares e sedentarismo.
A prática de exercícios físicos aliada à alimentação equilibrada são regras fundamentais para todas as crianças.
Uma alimentação mais saudável e a prática de atividades físicas podem ser favorecidas através de pequenas mudanças nos hábitos das crianças. Por enfrentarem várias complicações decorrentes da vida moderna, é essencial que os pais proporcionem aos filhos uma dieta equilibrada e atividades físicas.
Bons hábitos alimentares podem ser aprendidos desde cedo, permitindo que a criança conheça desde os seis meses a maior variedade de sabores possível.
A criança aprende pelo modelo dos pais, por isso, quando os veem se exercitando, tal atitude serve de estímulo para que ela aprenda desde cedo a adquirir hábitos saudáveis. Quando os pais são sedentários, os filhos provavelmente o serão, e futuramente podem desenvolver doenças como hipertensão, diabetes e problemas cardíacos.
Fugir da atração da TV e dos computadores e adotar brincadeiras que requerem movimentação, como esconde-esconde, pega-pega e amarelinha é um hábito saudável que pode ser estimulado pelos pais.
Quanto à prática de alguma atividade física, essa precisa ser bem orientada, para que o exercício seja adequado à faixa etária. Outro aspecto importante é considerar a preferência da criança, assim ela desfruta mais dos benefícios do exercício, que, além de físicos, propicia também o convívio com o outro e o aprendizado de regras.
         Fonte: www.brasilescola.com


A obesidade na adolescência

Segundo os últimos dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), são cada vez mais os jovens que sofrem do problema de excesso de peso. A obesidade é um problema que afeta qualquer tipo de pessoa e em qualquer idade, no entanto devido ao tipo de vida que hoje em dia os jovens levam, é cada vez mais comum ver (principalmente nos Estados Unidos e nos países Europeus), jovens a sofrer a obesidade.

Este problema além de afetar todo o sistema de saúde do adolescente, vai ainda danificar um dos pontos mais fortes e mais importantes para a criação de um ser adulto com força para aguentar a vida: a autoestima. Um jovem que sofre deste tipo de problema vai ter uma autoestima realmente baixa, com grandes dificuldades em fazer amizades ou manter a socialização a um nível que seja saudável, fazendo assim com que a vida adulta seja muito mais complicada de gerir, com a solidão e a falta de contatos a trazer-lhe inúmeros problemas.
A vida dos jovens é caracterizada por excessos, em todos os sentidos, inclusive na comida. Os jovens passam largas horas fora de casa, muitas vezes com várias refeições feitas na rua, por isso o recurso a comidas “de plástico”, os doces, bolachas e refrigerantes, terão como principal função a acumulação de gordura em excesso em algumas zonas do organismo. Essa gordura poderia ser eliminada através da prática de exercício físico rotineiro, no entanto a presença dos computadores e das consolas de jogos faz com que a sedentariedade dos jovens seja uma realidade comum.
A obesidade na adolescência pode trazer várias consequências para o jovem que podem até afetar o resto da sua vida, incluindo: as alterações da postura e até ortopédicas, com problemas de ossos (devido ao excesso de peso para o esqueleto formado); a criação de hipertensão arterial, o que nos jovens pode tornar-se mesmo muito complicado de controlar e detectar a tempo; um enorme desconforto respiratório, que vai afetar até a subir as escadas do prédio ou mesmo a deslocar-se para a escola; problemas dermatológicos, devido ao peso em excesso a sua pele acabará por tomar outras formas que dificilmente voltará ao normal sem ajuda de cirurgia estética; vários problemas de saúde, nomeadamente o colesterol e triglicerídeos elevados, principalmente devido à má alimentação tida durante imensos anos; os inúmeros problemas psicossociais fruto de uma fraca autoestima durante toda a adolescência, momento em que geralmente se fazem as amizades para a vida; e ainda uma grande dificuldade em afastar a persistência da obesidade na idade adulta, pois os hábitos foram adotados e serão bastante complicados de esquecer completamente.
Infelizmente a obesidade na adolescência é uma realidade dos dias de hoje, nomeadamente em Portugal, mas felizmente existem vários tratamentos que pode tentar para evitar um futuro complicado para a sua criança. O mais importante de tudo é que esta sinta que tem todo o apoio psicológico da família e amigos para ultrapassar um problema tão complicado como este.
     Adolescentes obesos, normalmente, sentem-se incomodados com a aparência e dificilmente escapam dos apelidos cruéis de colegas de escola (bullying). Nem sempre se mostram propensos a um tratamento, no entanto precisará de uma ajuda profissional. É preciso ter em mente que a adolescência, por ser a ultima fase da vida na qual ocorrem mudanças corporais profundas, é também a ultima oportunidade para corrigir um quadro de obesidade de forma eficaz. Para isso, basta manter ou ganhar pouco peso e esperar que o intenso crescimento pelo qual o jovem passa nessa etapa da vida, promova a correção corporal. Se nada for feito, o adolescente permanecerá obeso e, a partir daí, esse quadro será de difícil reversão. 




sexta-feira, 25 de abril de 2014

ANÁLISE DOS CONTOS DO LIVRO "GENTE EM CONFLITO'

               Conto 1 - Aprendizado

O conto é narrado em 3ª pessoa e apresenta narrador observador, e se passa no caminho da casa de Eduardo. As personagens Jordão e Grilo, que tentam pegar a redação de Eduardo, são personagens irônicas, sempre "tirando uma" de Eduardo, e tem mais força física que este. Eduardo, por sua vez, é apenas um garoto indefeso, que tirou 10 numa redação, e que queria contar isso para seus pais. O conto contém também discurso direto, quando as personagens discutem. Ao fim da discussão, quando Jordão e Grilo pegam a força a redação de Eduardo, este se irrita, e começa a chamá-los de "sacanas" e Jordão perde a paciência e rasga a redação. Eduardo, com raiva, dá um murro em Jordão. Depois disso, Eduardo deve ter se arrependido deste ato.

             Conto 2 - Bar

O conto é narrado em 3ª pessoa e apresenta narrador observador, e se passa num bar. A personagem principal, uma moça (com nome não revelado), para em um bar para fazer uma ligação, e todas as personagens ao seu redor passam a observá-la e desejá-la. O texto contém discurso indireto livre, pois as falas das personagens se confundem com as do narrador. Após conversar com o que parece ser seu namorado, ela faz outra ligação para sua mãe dizendo que vai ao cinema com uma amiga, mas está mentindo. Ao terminar as ligações, ela acha que está sozinha, mas então surgem os homens que estavam a admirá-la, e eles estão trancados no bar sozinhos. No fim do conto, dá-se a entender que a moça foi estuprada pelos homens.

ANÁLISE DA CRÔNICA "ROLEZINHO: BREVE ROLÊ HISTÓRICO"

                                                                     ANÁLISE:

 A crônica se trata de um assunto que atualmente está em polêmica: os tais dos "rolezinhos". Na crônica, é misturado fatos históricos com fatos atuais, e diz que o mesmo não é um fenômeno recente, pois, antigamente, ocorriam fatos semelhantes à estes. "Dizem que, depois dos primeiros atos de vandalismo (paus-brasil eram derrubados como se fossem orelhões), os pataxós tentaram entrar com uma liminar, mas a Justiça da época era avançadíssima e já estava do lado dos poderosos, de modo que não apenas negou o pedido como o inverteu; os índios é que foram acusados de "rolezinho" nas terras de El Rey."  Isso prova que os argumentos justificam os tais dos "rolezinhos", porém, atualmente são usados outros conceitos e isso faz com que a situação resulte em vandalismo, o que foge do verdadeiro objetivo desse acontecimento. São encontros muitas vezes marcados nas redes sociais, onde cada um tem um interesse.

terça-feira, 22 de abril de 2014

ROLEZINHO: BREVE ROLÊ HISTÓRICO


Esta foi uma semana temática: o aumento dos juros, Cauã Reymond e os bigodes ensanguentados de Sir Ney foram todos pisoteados pelos Mizunos dos funks da periferia. A curiosidade é geral: "rolezinho" é do bem? "Rolezinho" é do mal? "Rolezinho" é baderna? "Rolezinho" é cultural? O "Rolezinho" de um termina onde começa o Rolezinho do outro? Ou vice-versa? 

Para respondermos a essas perguntas, é preciso compreender, antes de mais nada, que não se trata de um fenômeno recente. Muito pelo contrário. O que foi, afinal de contas, o fuzuê de Jesus contra os vendilhões? O nazareno chegou ao templo de Jerusalém montando um jumentinho (praticamente um Chevette, pra época), trazendo na cola uma ruidosa multidão da periferia (Jericó, Betel e outras quebradas), "expulsou a todos que ali vendiam e compravam; também derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas" (Mateus, 21:12-17). Se os centuriões dispusessem de cruzes de borracha e coroas de espinho de efeito moral, Roma talvez durasse mais uns três ou quatro séculos. 

Esqueçamos Átila, os Godos, Visigodos e Germânicos -nosso espaço é curto- e saltemos 1500 anos: Cabral chegando à Bahia com aquele bando de marmanjo, atrapalhando o lazer dos índios que só queriam passear com a família; é ou não é "rolezinho"? "Rolezaum", na verdade, dada a distância percorrida. Dizem que, depois dos primeiros atos de vandalismo (paus-brasil eram derrubados como se fossem orelhões), os pataxós tentaram entrar com uma liminar, mas a Justiça da época era avançadíssima e já estava do lado dos poderosos, de modo que não apenas negou o pedido como o inverteu; os índios é que foram acusados de "rolezinho" nas terras de El Rey. 

Ainda que, sob certa perspectiva, a história do mundo se confunda com a história do "rolezinho", foi no século 20 que ele aflorou em todo seu esplendor. (É sabido que Eric Hobsbawn, na sua obra mais famosa, ficou em dúvida entre os títulos "Era dos Extremos" e "Era dos Rolês".) O rol dos grandes promotores de "rolezinhos" inclui de Mahatma Gandhi aos Beatles, de Rosa Parks (a moça afrodiferenciada que, em 1955, sentou no assento de ônibus reservado a brancos, no Alabama) ao Roger, do Ultraje a Rigor ("Nós vamos invadir sua praia"), dos hippies à Gaviões da Fiel, que em 1976 promoveu a "Invasão Corintiana" ao Rio de Janeiro. 

Diante da reaparição do fenômeno, tem muita gente preocupada: o "rolezinho", em sua forma atual, veio para ficar? Caso a resposta seja positiva: áreas VIP dariam conta de recolocar cada um em seu lugar ou será necessária a construção de novos shoppings dentro dos shoppings? Eu diria ao leitor mais aflito que não se preocupe, pois a prefeitura apareceu com uma ótima solução: que os encontros sejam feitos não mais dentro dos estabelecimentos, mas nos estacionamentos. É a ideia mais brilhante diante de um "rolezinho" desde que Maria Antonieta sugeriu aos que não tinham pão que comessem brioches. Como se sabe, sem pão, brioches ou opções de lazer na periferia de Paris, a galera foi toda zoar na Bastilha. 

Fonte: Folha de São Paulo

DIFERENÇA ENTRE CRÔNICA E CONTO

A crônica se caracteriza por ser um texto curto e narrar fatos do cotidiano. É mais encontrada em jornais, mas ao longo do tempo, a crônica deixou de ser um gênero jornalistico, e passou a ser um gênero literário. Já o conto é caracterizado por apresentar tanto fatos fictícios, como reais; podendo conter número indeterminado de personagens, espaço, enredo, etc...

RESENHA DO FILME: "BILLY ELLIOT"

Um garoto chamado Billy Elliot, começou a fazer boxe em um ginásio, onde dividem o espaço com uma turma de bailarinas. Billy começa a se interessar pelo ballet, e seu pai é contra isso. Então, o menino começa a fazer ballet escondido de seu pai. Então ele se torna um grande bailarino, e é chamado pra se apresentar em uma escola de ballet. Seu pai descobre que ao invés do boxe, ele estava fazendo ballet, e não aceita isso; mas o garoto vai mesmo assim. No final seu pai acaba aceitando tudo isso e ele se torna um bailarino profissional. Assim, contrariando todos preconceitos que sofria de sua família, ele conseguiu se transformar num bailarino de sucesso.